Método editorial

How we verify every word

O RiseHush é uma experiência de citações, o que significa que a nossa matéria-prima são as palavras de outras pessoas. Tratamos isso como uma responsabilidade. O fundador e editor Mourad Hamdi responde pela biblioteca e pelo Journal. Esta página descreve como as citações, os estudos e as afirmações próximas da saúde são confirmados antes da publicação — e como contestá-los depois.

Citações: fontes primárias ou nada

Cada citação é confirmada numa fonte primária antes de entrar na biblioteca: a obra original numa edição fiável, uma edição crítica académica, um arquivo de manuscritos ou uma edição fiel de domínio público, como o Project Gutenberg. Cada citação traz a localização mais precisa disponível — livro, capítulo, carta, poema ou verso. Agregadores de citações e publicações nas redes sociais podem sugerir uma pista; nunca contam como evidência.

As atribuições erradas são rejeitadas à partida, por muito populares que sejam. As frases de "Rumi", "Buda" e "Thoreau" preferidas da internet são muitas vezes invenções modernas; documentamos os piores casos, e porque é que a atribuição importa, em O peso da atribuição.

Investigação: o artigo vale mais do que a instituição

Quando um artigo do Journal faz uma afirmação de investigação, remete para o estudo original revisto por pares, para uma revisão sistemática ou para uma diretriz oficial. Uma página de Harvard, MIT, NIH, NHS, OMS ou de uma clínica de referência pode explicar o contexto, mas um nome famoso não substitui a evidência subjacente. Nomes dos autores, revista, ano, amostra, desenho, desfecho e DOI ou registo canónico de arquivo são confirmados na própria fonte.

Preferimos registos acessíveis na PubMed, na PubMed Central, na editora da revista ou no repositório da própria instituição. A cobertura secundária só é usada quando acrescenta história relevante ou contexto de especialistas, e é identificada como tal.

Estatísticas: o limite viaja com o número

Um número sem os seus limites é decoração. Quando imprimimos um tamanho de efeito, imprimimos o que o qualifica: amostra e população, desenho do estudo, duração, desfecho e se a mudança é relativa ou absoluta. As associações observacionais não são reescritas como causas; os estudos-piloto continuam pilotos; a previsão dentro da amostra não é apresentada como promessa a um leitor individual. Verificamos também se a versão popular de um número — o problema dos “25% mais feliz” — sequer aparece no artigo a que é atribuída. Números modestos e credíveis valem mais do que números impressionantes e inventados.

Conteúdo de bem-estar: útil, nunca clínico

O RiseHush publica material educativo sobre atenção, hábitos, gratidão, sono e relações; não diagnostica nem trata. Uma citação, um exercício de reflexão ou um lembrete da app nunca é descrito como substituto de cuidados profissionais. Quando um tema se aproxima de orientação médica ou de saúde mental, declaramos o limite e privilegiamos evidência revista por pares e orientações de saúde pública em vez de afirmações de estilo de vida.

As ferramentas ajudam; um editor continua responsável

As ferramentas de investigação e de software podem ajudar a localizar fontes candidatas, testar ligações, contar palavras ou verificar a coerência entre idiomas. Não aprovam uma citação, não interpretam um resultado nem publicam um artigo. O editor nomeado responde pela escolha das fontes, pela redação, pelas ressalvas, pela publicação e pela correção. Não reivindicamos credenciais académicas ou clínicas que não temos; os leitores podem inspecionar a evidência em vez de pedirem emprestada a nossa confiança.

Correções

Se errámos uma palavra, uma fonte ou um número, queremos saber. Escreve para support@risehush.com com a página e a correção e, se possível, a fonte que a sustenta. Revemos a evidência original, corrigimos no lugar os erros verificados, atualizamos a data de revisão e assinalamos correções relevantes no artigo afetado. As dúvidas de interpretação seguem o mesmo caminho, mesmo quando o texto publicado se mantém igual.

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